Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
|
|
Mostrando postagens com marcador Levítico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Levítico. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Septuaginta - Levítico - Capítulo 27
1 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel, e
dize-lhes: Qualquer que votar um voto, conforme a avaliação de sua alma, para o
Senhor[1],
3 a avaliação de um homem, de vinte até sessenta anos de idade, será o seu valor de cinquenta didracmas de prata, de acordo com o padrão do santuário;
4 e a avaliação de uma mulher será de trinta didracmas.
5 Porém se for de cinco até vinte anos de idade, a avaliação de um homem será de vinte didracmas, e a de uma mulher de dez didracmas.
6 A partir de um mês até cinco anos de idade a avaliação de um homem será de cinco didracmas, e a de uma mulher de três didracmas de prata.
7 Se for de sessenta anos de idade para cima, para um homem, a sua avaliação deverá ser de quinze didracmas de prata, e para uma mulher de dez didracmas.
8 Sendo o homem demasiado pobre para a avaliação, deverá comparecer perante o sacerdote, e o sacerdote o avaliará; de acordo com aquilo que o homem votante puder pagar, o sacerdote o avaliará.
9 Se algo do gado estiver sendo oferecido como uma oferenda ao Senhor, quem quer que oferecer algo assim para o Senhor, isso será santo.
10 Ele não deverá trocar um bom por um ruim, ou um ruim por um bom; todavia, se ele realmente trocá-lo, uma besta por outra besta, tanto aquele como o seu substituto deverão ser santos.
11 Se for algum animal imundo, dos quais nenhum é oferecido como uma oferta ao Senhor, ele apresentará o animal diante do sacerdote,
12 e o sacerdote fará uma avaliação entre o bom e o ruim; e, da maneira como o sacerdote o avaliar, assim será.
13 Se ele, de alguma forma, o resgatar, acrescentar-lhe-á a quinta parte de seu valor.
14 Qualquer homem que consagrar a sua casa para ser santa ao Senhor, o sacerdote fará uma avaliação dela entre o bom e o ruim. Conforme o sacerdote a avaliar, assim será.
15 Se aquele que a santificou quiser resgatá-la deverá acrescentar a quinta parte do dinheiro da avaliação, e será sua.
16 Se um homem consagrar ao Senhor uma parte do campo de sua possessão, então a avaliação será de acordo com a sua semente, cinquenta didracmas de prata para um ômer de cevada.
17 Se ele santificar o seu campo desde o ano de remissão, deverá estar de acordo com a sua avaliação,
18 e se ele santificar o seu campo após a remissão, o sacerdote calcular-lhe-á o dinheiro para os restantes anos até o próximo ano de remissão, e isso deverá ser deduzido, como um equivalente, do seu valor total.
19 Se aquele que santificou o seu campo o quiser redimir, deverá acrescentar ao valor a quinta parte do dinheiro, e ele será seu.
20 Se ele não resgatar o campo, mas vendê-lo a outro homem, não poderá resgatá-lo mais, depois disso.
21 Todavia o campo será santificado ao Senhor após a remissão, como terra consagrada; e o sacerdote deverá ter a posse dela.
22 Se ele vier a consagrar ao Senhor um campo que comprou, o qual não é o campo de sua possessão,
23 o sacerdote calcular-lhe-á o valor total desde o ano de remissão[2], e ele deverá pagar o seu valor, nesse dia, como santificado ao Senhor;
24 todavia, no ano da remissão o terreno deverá ser restaurado para o homem de quem o outro o comprou, para aquele de quem era a posse da terra.
25 Cada avaliação deverá ser feita com pesos consagrados[3]. A didracma será de vinte óbolos.
26 Todos os primogênitos, os quais vierem a ser produzidos entre os teus animais, deverão ser do Senhor; nenhum homem poderá santificá-los. Seja novilho ou ovelha, é do Senhor.
27 Se ele vier a resgatar um animal impuro de acordo com a sua avaliação, então acrescentará a quinta parte a ela, e será seu. Porém, se não o redimir deverá ser vendido de acordo com a sua avaliação.
28 Toda a coisa dedicada que um homem vier a dedicar ao Senhor, de tudo o que ele tem, seja homem ou animal, ou do campo da sua possessão, a essa não poderá vender nem resgatar; toda coisa dedicada será santíssima ao Senhor.
29 O que vier a ser dedicado dos homens não deverá ser resgatado, porém, certamente, será morto.
30 Todas as dízimas da terra, tanto dos cereais como dos frutos das árvores, são do Senhor; santos são ao Senhor.
31 Se um homem vier a resgatar, de qualquer forma, a sua dízima, acrescentará a quinta parte a ela, e será sua.
32 Com respeito a toda a dízima de bois e de ovelhas, e de tudo o que puder ser numerado debaixo da vara do pastor, a décima parte será santa ao Senhor.
33 Tu não trocarás um bom por um ruim; contudo, se vieres a trocá-lo, o seu equivalente também será santo; não será resgatado.
34 Estes são os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.
[1] Quando alguém fizer um voto, se for de pessoas serão do Senhor, segundo a tua avaliação
[2] até o ano de remissão
[3] segundo o siclo do santuário
3 a avaliação de um homem, de vinte até sessenta anos de idade, será o seu valor de cinquenta didracmas de prata, de acordo com o padrão do santuário;
4 e a avaliação de uma mulher será de trinta didracmas.
5 Porém se for de cinco até vinte anos de idade, a avaliação de um homem será de vinte didracmas, e a de uma mulher de dez didracmas.
6 A partir de um mês até cinco anos de idade a avaliação de um homem será de cinco didracmas, e a de uma mulher de três didracmas de prata.
7 Se for de sessenta anos de idade para cima, para um homem, a sua avaliação deverá ser de quinze didracmas de prata, e para uma mulher de dez didracmas.
8 Sendo o homem demasiado pobre para a avaliação, deverá comparecer perante o sacerdote, e o sacerdote o avaliará; de acordo com aquilo que o homem votante puder pagar, o sacerdote o avaliará.
9 Se algo do gado estiver sendo oferecido como uma oferenda ao Senhor, quem quer que oferecer algo assim para o Senhor, isso será santo.
10 Ele não deverá trocar um bom por um ruim, ou um ruim por um bom; todavia, se ele realmente trocá-lo, uma besta por outra besta, tanto aquele como o seu substituto deverão ser santos.
11 Se for algum animal imundo, dos quais nenhum é oferecido como uma oferta ao Senhor, ele apresentará o animal diante do sacerdote,
12 e o sacerdote fará uma avaliação entre o bom e o ruim; e, da maneira como o sacerdote o avaliar, assim será.
13 Se ele, de alguma forma, o resgatar, acrescentar-lhe-á a quinta parte de seu valor.
14 Qualquer homem que consagrar a sua casa para ser santa ao Senhor, o sacerdote fará uma avaliação dela entre o bom e o ruim. Conforme o sacerdote a avaliar, assim será.
15 Se aquele que a santificou quiser resgatá-la deverá acrescentar a quinta parte do dinheiro da avaliação, e será sua.
16 Se um homem consagrar ao Senhor uma parte do campo de sua possessão, então a avaliação será de acordo com a sua semente, cinquenta didracmas de prata para um ômer de cevada.
17 Se ele santificar o seu campo desde o ano de remissão, deverá estar de acordo com a sua avaliação,
18 e se ele santificar o seu campo após a remissão, o sacerdote calcular-lhe-á o dinheiro para os restantes anos até o próximo ano de remissão, e isso deverá ser deduzido, como um equivalente, do seu valor total.
19 Se aquele que santificou o seu campo o quiser redimir, deverá acrescentar ao valor a quinta parte do dinheiro, e ele será seu.
20 Se ele não resgatar o campo, mas vendê-lo a outro homem, não poderá resgatá-lo mais, depois disso.
21 Todavia o campo será santificado ao Senhor após a remissão, como terra consagrada; e o sacerdote deverá ter a posse dela.
22 Se ele vier a consagrar ao Senhor um campo que comprou, o qual não é o campo de sua possessão,
23 o sacerdote calcular-lhe-á o valor total desde o ano de remissão[2], e ele deverá pagar o seu valor, nesse dia, como santificado ao Senhor;
24 todavia, no ano da remissão o terreno deverá ser restaurado para o homem de quem o outro o comprou, para aquele de quem era a posse da terra.
25 Cada avaliação deverá ser feita com pesos consagrados[3]. A didracma será de vinte óbolos.
26 Todos os primogênitos, os quais vierem a ser produzidos entre os teus animais, deverão ser do Senhor; nenhum homem poderá santificá-los. Seja novilho ou ovelha, é do Senhor.
27 Se ele vier a resgatar um animal impuro de acordo com a sua avaliação, então acrescentará a quinta parte a ela, e será seu. Porém, se não o redimir deverá ser vendido de acordo com a sua avaliação.
28 Toda a coisa dedicada que um homem vier a dedicar ao Senhor, de tudo o que ele tem, seja homem ou animal, ou do campo da sua possessão, a essa não poderá vender nem resgatar; toda coisa dedicada será santíssima ao Senhor.
29 O que vier a ser dedicado dos homens não deverá ser resgatado, porém, certamente, será morto.
30 Todas as dízimas da terra, tanto dos cereais como dos frutos das árvores, são do Senhor; santos são ao Senhor.
31 Se um homem vier a resgatar, de qualquer forma, a sua dízima, acrescentará a quinta parte a ela, e será sua.
32 Com respeito a toda a dízima de bois e de ovelhas, e de tudo o que puder ser numerado debaixo da vara do pastor, a décima parte será santa ao Senhor.
33 Tu não trocarás um bom por um ruim; contudo, se vieres a trocá-lo, o seu equivalente também será santo; não será resgatado.
34 Estes são os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.
[1] Quando alguém fizer um voto, se for de pessoas serão do Senhor, segundo a tua avaliação
[2] até o ano de remissão
[3] segundo o siclo do santuário
Septuaginta - Levítico - Capítulo 26
1 Não fareis para vós mesmos deuses[1],
obras de mãos humanas, ou esculpidos; pilar não levantareis para vós, nem vos
poreis uma pedra como objeto em vossa terra, para adorá-la. Eu sou o Senhor,
vosso Deus.
2 Guardareis os meus sábados, e aos meus santuários tereis reverência. Eu sou o Senhor.
3 Se andardes nos meus estatutos e guardardes os meus mandamentos, cumprindo-os,
4 então eu vos darei as chuvas a seu tempo, a terra produzirá a sua messe e as árvores do campo darão os seus frutos.
5 O vosso tempo de debulhar deverá ultrapassar a vindima, e a vossa vindima ultrapassará o tempo de semear; e comereis o vosso pão a fartar. Havereis de habitar em segurança na vossa terra,
6 e a guerra não deverá passar por ela. Eu darei a paz em vossa terra. Dormireis e não haverá quem vos faça sentir medo. Eu destruirei as feras da vossa terra, e não passará a espada pela vossa terra.
7 Perseguirei os vossos inimigos, e eles cairão diante de vós pela espada.
8 Cinco de vós perseguirão a cem, e cem de vós perseguirão a dezenas de milhares; e os vossos inimigos cairão diante de vós pela espada.
9 Olharei para vós, e vos aumentarei e multiplicarei; e confirmarei a minha aliança convosco.
10 Comereis o que é antigo e o que é muito antigo, e tirareis o que está velho a fim de abrir espaço para o novo.
11 Estabelecerei o meu pacto no meio de vós[2], e a minha alma não vos aborrecerá.
12 Eu irei andar no meio de vós, serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo.
13 Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, onde éreis escravos. Quebrei o timão do vosso jugo e vos fiz sair, abertamente[3].
14 Todavia, se não quiserdes me ouvir nem obedecer a esses meus preceitos,
15 contudo os desobedecerdes, e a vossa alma vier a detestar os meus juízos, de maneira que não ireis guardar todos os meus mandamentos, quebrando o meu pacto,
16 então eu assim vos farei: irei trazer sobre vós a perplexidade e a coceira[4], a febre ardente que faz com que os vossos olhos se apaguem e a doença que consome as vossas vidas. Semeareis as vossas sementes em vão, pois os vossos inimigos as comerão.
17 Porei a minha face contra vós, e caireis diante de vossos inimigos; os que vos odeiam irão perseguir-vos, e fugireis ninguém vos perseguindo.
18 Porém, se ainda assim vos recusardes a me dar ouvidos, então, irei castigar-vos, ainda, até sete vezes mais por vossos pecados,
19 e quebrarei a altivez do vosso orgulho[5]. Farei de ferro o céu, e a terra como se fosse de bronze.
20 A vossa força será em vão, pois a terra não dará a sua semente, e as árvores do campo não deverão produzir os seus frutos.
21 Se, após isso, deverdes ainda andar perversamente[6], não estando dispostos a obedecer-me, eu irei trazer sobre vós mais sete pragas, de acordo com os vossos pecados.
22 Enviarei sobre vós as feras da terra e elas vos devorarão[7] e consumirão o vosso gado, fazendo-vos poucos em número; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
23 Contudo se, após isso, não vos corrigirdes, porém andardes perversamente diante de mim,
24 também eu andarei contrariamente para convosco, com furor, e vos ferirei sete vezes mais pelos vossos pecados.
25 Trarei sobre vós a espada vingadora, por causa da minha aliança, e fugireis para as vossas cidades em busca de refúgio. Então eu mandarei a morte ao vosso encontro, e sereis entregues nas mãos de vossos inimigos.
26 Quando eu afligir-vos com a fome de pão, dez mulheres cozerão o vosso pão num só forno, e deverão entregá-lo por peso. Havereis de comer, mas não ficareis satisfeitos.
27 E se ainda, depois disso, não me obedecerdes, mas andardes perversamente diante de mim,
28 então andarei contrariamente para convosco, com furor, e irei castigar-vos sete vezes mais, de acordo com os vossos pecados.
29 Comereis a carne de vossos filhos e comereis a carne de vossas filhas.
30 Farei desolados os vossos pilares, e destruirei totalmente as imagens de madeira[8] que foram feitas com as vossas mãos. Colocarei os vossos cadáveres sobre os cadáveres dos vossos ídolos, e a minha alma vos aborrecerá.
31 Deixarei as vossas cidades abandonadas, farei desolados os vossos santuários, e não irei sentir o cheiro de vossos sacrifícios.
32 Porei a vossa terra em desolação, e os vossos inimigos que nela habitarem se espantarão.
33 Eu vos espalharei entre as nações, e a espada virá sobre vós e vos consumirá; a vossa terra será assolada e as vossas cidades desertas.
34 Então a terra gozará os seus sábados, em todos os dias da sua desolação. Estareis na terra de vossos inimigos, e a terra deverá guardar os seus sábados. A terra gozará os seus sábados,
35 e os guardará em todos os dias da sua desolação, os quais não foram guardados nos vossos sábados, quando habitáveis nela.
36 Para aqueles que forem deixados de vós irei trazer covardia ao seu coração, na terra dos seus inimigos. O som de uma folha sendo movida os perseguirá, e fugirão como quem foge da guerra. Deverão cair quando ninguém os estiver perseguindo.
37 O irmão irá, como na guerra, desconsiderar o seu irmão, quando não há quem persiga; sem que ninguém os persiga, tropeçarão uns sobre os outros, como se fugissem de diante da espada, e não sereis capazes de resistir aos vossos inimigos.
38 Perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos devorará.
39 Aqueles que forem deixados de vós definharão, por causa de vossos pecados; na terra dos seus inimigos serão consumidos; também pelas iniqüidades de seus pais definharão com eles.
40 Depois disso, eles irão confessar os seus pecados e os pecados de seus pais, nos quais transgrediram e me negligenciaram, e nos quais andaram perversamente diante de mim.
41 Andarei junto deles com uma mente contrária, com furor, e irei destrui-los na terra dos seus inimigos[9]. Então o seu coração incircunciso se envergonhará, e, em seguida, eles deverão aceitar a punição de seus pecados.
42 E eu me lembrarei do pacto de Jacó e do pacto de Isaque, e do pacto de Abraão eu me lembrarei. Lembrar-me-ei da terra,
43 e a terra será abandonada por eles. Então a terra gozará os seus sábados, quando for por eles abandonada. E deverão aceitar o castigo das suas iniquidades, porquanto negligenciaram os meus juízos, e em sua alma detestaram as minhas ordenanças.
44 Contudo, nem mesmo assim, enquanto eles estiverem na terra de seus inimigos, eu os menosprezarei, nem os detestarei de modo a consumi-los, para quebrar o meu pacto com eles; pois eu sou o Senhor seu Deus.
45 Mas por amor deles lembrar-me-ei de seu pacto anterior, quando os tirei da terra do Egito, da casa da servidão[10], à vista das nações, para ser o seu Deus. Eu sou o Senhor.
46 Estes são os juízos, as ordenanças e a lei que o Senhor estabeleceu entre ele e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.
[1] ídolos
[2] Porei o meu tabernáculo entre vós
[3] e vos fiz andar de cabeça levantada
[4] a tísica
[5] a soberba do vosso poder
[6] em oposição a mim
[7] vos desfilharão
[8] Destruirei os vossos altos, e derrubarei as vossas imagens do sol
[9] e os trouxe para a terra dos seus inimigos
[10] da aliança com os seus antepassados, a quem tirei da terra do Egito
2 Guardareis os meus sábados, e aos meus santuários tereis reverência. Eu sou o Senhor.
3 Se andardes nos meus estatutos e guardardes os meus mandamentos, cumprindo-os,
4 então eu vos darei as chuvas a seu tempo, a terra produzirá a sua messe e as árvores do campo darão os seus frutos.
5 O vosso tempo de debulhar deverá ultrapassar a vindima, e a vossa vindima ultrapassará o tempo de semear; e comereis o vosso pão a fartar. Havereis de habitar em segurança na vossa terra,
6 e a guerra não deverá passar por ela. Eu darei a paz em vossa terra. Dormireis e não haverá quem vos faça sentir medo. Eu destruirei as feras da vossa terra, e não passará a espada pela vossa terra.
7 Perseguirei os vossos inimigos, e eles cairão diante de vós pela espada.
8 Cinco de vós perseguirão a cem, e cem de vós perseguirão a dezenas de milhares; e os vossos inimigos cairão diante de vós pela espada.
9 Olharei para vós, e vos aumentarei e multiplicarei; e confirmarei a minha aliança convosco.
10 Comereis o que é antigo e o que é muito antigo, e tirareis o que está velho a fim de abrir espaço para o novo.
11 Estabelecerei o meu pacto no meio de vós[2], e a minha alma não vos aborrecerá.
12 Eu irei andar no meio de vós, serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo.
13 Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, onde éreis escravos. Quebrei o timão do vosso jugo e vos fiz sair, abertamente[3].
14 Todavia, se não quiserdes me ouvir nem obedecer a esses meus preceitos,
15 contudo os desobedecerdes, e a vossa alma vier a detestar os meus juízos, de maneira que não ireis guardar todos os meus mandamentos, quebrando o meu pacto,
16 então eu assim vos farei: irei trazer sobre vós a perplexidade e a coceira[4], a febre ardente que faz com que os vossos olhos se apaguem e a doença que consome as vossas vidas. Semeareis as vossas sementes em vão, pois os vossos inimigos as comerão.
17 Porei a minha face contra vós, e caireis diante de vossos inimigos; os que vos odeiam irão perseguir-vos, e fugireis ninguém vos perseguindo.
18 Porém, se ainda assim vos recusardes a me dar ouvidos, então, irei castigar-vos, ainda, até sete vezes mais por vossos pecados,
19 e quebrarei a altivez do vosso orgulho[5]. Farei de ferro o céu, e a terra como se fosse de bronze.
20 A vossa força será em vão, pois a terra não dará a sua semente, e as árvores do campo não deverão produzir os seus frutos.
21 Se, após isso, deverdes ainda andar perversamente[6], não estando dispostos a obedecer-me, eu irei trazer sobre vós mais sete pragas, de acordo com os vossos pecados.
22 Enviarei sobre vós as feras da terra e elas vos devorarão[7] e consumirão o vosso gado, fazendo-vos poucos em número; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
23 Contudo se, após isso, não vos corrigirdes, porém andardes perversamente diante de mim,
24 também eu andarei contrariamente para convosco, com furor, e vos ferirei sete vezes mais pelos vossos pecados.
25 Trarei sobre vós a espada vingadora, por causa da minha aliança, e fugireis para as vossas cidades em busca de refúgio. Então eu mandarei a morte ao vosso encontro, e sereis entregues nas mãos de vossos inimigos.
26 Quando eu afligir-vos com a fome de pão, dez mulheres cozerão o vosso pão num só forno, e deverão entregá-lo por peso. Havereis de comer, mas não ficareis satisfeitos.
27 E se ainda, depois disso, não me obedecerdes, mas andardes perversamente diante de mim,
28 então andarei contrariamente para convosco, com furor, e irei castigar-vos sete vezes mais, de acordo com os vossos pecados.
29 Comereis a carne de vossos filhos e comereis a carne de vossas filhas.
30 Farei desolados os vossos pilares, e destruirei totalmente as imagens de madeira[8] que foram feitas com as vossas mãos. Colocarei os vossos cadáveres sobre os cadáveres dos vossos ídolos, e a minha alma vos aborrecerá.
31 Deixarei as vossas cidades abandonadas, farei desolados os vossos santuários, e não irei sentir o cheiro de vossos sacrifícios.
32 Porei a vossa terra em desolação, e os vossos inimigos que nela habitarem se espantarão.
33 Eu vos espalharei entre as nações, e a espada virá sobre vós e vos consumirá; a vossa terra será assolada e as vossas cidades desertas.
34 Então a terra gozará os seus sábados, em todos os dias da sua desolação. Estareis na terra de vossos inimigos, e a terra deverá guardar os seus sábados. A terra gozará os seus sábados,
35 e os guardará em todos os dias da sua desolação, os quais não foram guardados nos vossos sábados, quando habitáveis nela.
36 Para aqueles que forem deixados de vós irei trazer covardia ao seu coração, na terra dos seus inimigos. O som de uma folha sendo movida os perseguirá, e fugirão como quem foge da guerra. Deverão cair quando ninguém os estiver perseguindo.
37 O irmão irá, como na guerra, desconsiderar o seu irmão, quando não há quem persiga; sem que ninguém os persiga, tropeçarão uns sobre os outros, como se fugissem de diante da espada, e não sereis capazes de resistir aos vossos inimigos.
38 Perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos devorará.
39 Aqueles que forem deixados de vós definharão, por causa de vossos pecados; na terra dos seus inimigos serão consumidos; também pelas iniqüidades de seus pais definharão com eles.
40 Depois disso, eles irão confessar os seus pecados e os pecados de seus pais, nos quais transgrediram e me negligenciaram, e nos quais andaram perversamente diante de mim.
41 Andarei junto deles com uma mente contrária, com furor, e irei destrui-los na terra dos seus inimigos[9]. Então o seu coração incircunciso se envergonhará, e, em seguida, eles deverão aceitar a punição de seus pecados.
42 E eu me lembrarei do pacto de Jacó e do pacto de Isaque, e do pacto de Abraão eu me lembrarei. Lembrar-me-ei da terra,
43 e a terra será abandonada por eles. Então a terra gozará os seus sábados, quando for por eles abandonada. E deverão aceitar o castigo das suas iniquidades, porquanto negligenciaram os meus juízos, e em sua alma detestaram as minhas ordenanças.
44 Contudo, nem mesmo assim, enquanto eles estiverem na terra de seus inimigos, eu os menosprezarei, nem os detestarei de modo a consumi-los, para quebrar o meu pacto com eles; pois eu sou o Senhor seu Deus.
45 Mas por amor deles lembrar-me-ei de seu pacto anterior, quando os tirei da terra do Egito, da casa da servidão[10], à vista das nações, para ser o seu Deus. Eu sou o Senhor.
46 Estes são os juízos, as ordenanças e a lei que o Senhor estabeleceu entre ele e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.
[1] ídolos
[2] Porei o meu tabernáculo entre vós
[3] e vos fiz andar de cabeça levantada
[4] a tísica
[5] a soberba do vosso poder
[6] em oposição a mim
[7] vos desfilharão
[8] Destruirei os vossos altos, e derrubarei as vossas imagens do sol
[9] e os trouxe para a terra dos seus inimigos
[10] da aliança com os seus antepassados, a quem tirei da terra do Egito
Septuaginta - Levítico - Capítulo 25
1 O Senhor falou a Moisés no monte
Sinai, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando tiverdes entrado na terra que vos dou, então, a terra, a qual eu vos dou, deverá descansar nos seus sábados ao Senhor.
3 Seis anos semearás o teu campo, seis anos podarás a tua videira e recolherás os seus frutos.
4 Porém, no sétimo ano haverá um sábado, um descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor. Nele não semearás o teu campo, e não podarás a tua videira;
5 não segarás o produto espontâneo do teu campo e não recolherás integralmente as uvas que houveres dedicado[1]. Deverá, este, ser um ano de descanso solene para a terra.
6 Nos sábados da terra haverá comida para ti, para o teu servo e para a tua serva, para o teu jornaleiro e para o estrangeiro que habita no meio de ti;
7 ao teu gado e às bestas selvagens que estão na tua terra deverão todos os seus frutos servirem para alimento.
8 Contarás para ti sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, os quais serão para ti sete semanas de anos, quarenta e nove anos.
9 No sétimo mês, no décimo dia do mês, anunciareis com o som de uma trombeta, em toda a vossa terra; no dia da expiação fareis um anúncio com a trombeta em toda a vossa terra.
10 Vós santificareis o ano, o quinquagésimo ano, anunciando uma remissão sobre a terra para todos os que nela habitam; será esse um ano de remissão, um jubileu para vós. Cada um deverá retirar-se para a sua possessão; e voltareis, cada um, à sua própria família.
11 Este será um jubileu de remissão. Será este, para vós, o quinquagésimo ano. Vós não semeareis nem ceifareis o produto que vem de si mesmo da terra, nem recolhereis os seus frutos dedicados[2],
12 porquanto é um jubileu de remissão, o qual deverá ser sagrado para vós. E comereis os seus frutos diretamente dos campos.
13 No ano da remissão deste jubileu deverá voltar, cada um, à sua possessão.
14 Se venderes um bem ao teu próximo, ou se comprares algo dele, que nenhum homem oprima ao seu próximo:
15 de acordo com o número de anos decorridos após o jubileu deverás comprar de teu próximo, e de acordo com o número de anos das messes ele deverá vender para ti.
16 Conforme possa haver um maior número de anos ele deverá aumentar o valor de sua posse, e conforme possa haver um menor número de anos deverá diminuir o valor dela; pois de acordo com o número de suas messes, assim ele deverá vender para ti.
17 Que nenhum homem oprima ao seu próximo. E temerás ao Senhor, teu Deus. Eu sou o Senhor, teu Deus.
18 Guardareis todas as minhas ordenanças e todos os meus juízos, observá-los-eis e os mantereis, e habitareis em segurança na terra.
19 Então a terra dará o seu fruto e comereis a fartar, e habitareis em segurança na mesma.
20 Todavia, se vós disserdes: Que comeremos no sétimo ano, uma vez que não iremos semear nem ajuntaremos nossos frutos?
21 Eu vos enviarei a minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá os seus frutos bastante para três anos.
22 Semeareis no oitavo ano, e comereis dos frutos antigos até o nono ano; até que seus frutos venham havereis de comer os frutos antigos, do ano anterior.
23 A terra não deverá ser vendida permanentemente, pois ela me pertence; porquanto sois estrangeiros e peregrinos diante de mim.
24 Em todas as terras de vossa possessão devereis permitir resgates para a terra.
25 Se teu irmão que está no meio de ti vier a empobrecer, havendo ele vendido parte de sua possessão, e seu parente que lhe está próximo vier, deverá este, então, resgatar a possessão que seu irmão vendeu.
26 Porém, se não tiver parente próximo, entretanto prosperar com a sua própria mão, conseguindo dinheiro suficiente para o seu resgate,
27 então ele deverá calcular desde o ano da sua venda e dará o que é devido ao homem a quem vendeu; e deverá retornar à sua possessão.
28 Entretanto, se a sua mão não prosperou o suficiente de modo que possa lhe restaurar o dinheiro, então aquele que comprou os bens deverá mantê-los até o sexto ano da remissão; e sairá na remissão. E o proprietário retornará à sua possessão.
29 Se alguém vender uma casa habitada, a qual se encontra em uma cidade murada, então poderá haver o resgate da mesma até que o seu tempo seja cumprido[3]; e o seu tempo de resgate deverá ser de um ano completo.
30 Porém, não tendo sido resgatada até haver cumprido seu tempo de um ano completo, a casa que está na cidade murada, certamente, será confirmada àquele que a comprou pelas suas gerações, e não deverá sair do seu poder na remissão[4].
31 Mas as casas das aldeias que não têm muro ao redor deverão ser consideradas como os campos da terra. Elas serão sempre redimíveis, e deverão ser devolvidas na remissão.
32 Contudo, com respeito às cidades dos levitas, as casas das cidades na sua possessão serão sempre redimíveis aos levitas.
33 Se qualquer um vier a adquirir uma casa de levitas, então a venda das casas de sua possessão sairá de seu poder na remissão; pois as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel,
34 e as terras separadas para as suas cidades não serão vendidas, porquanto isto lhes é possessão perpétua.
35 Se teu irmão que está contigo tornar-se pobre, não tendo recursos[5], tu o ajudarás como a um estrangeiro e peregrino, e teu irmão viverá contigo.
36 Não receberás dele juros nem ganho, mas terás temor do teu Deus. Eu sou o Senhor. E teu irmão viverá contigo.
37 Não lhe emprestarás dinheiro a juros, nem emprestarás dos teus víveres a ele para ser devolvido com juros.
38 Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito para dar-vos a terra de Canaã e para ser o vosso Deus.
39 Se teu irmão, que está no meio de ti, empobrecer-se e vier a ser vendido para ti, ele não deverá servir-te com a servidão de um escravo.
40 Estará contigo como um jornaleiro ou estrangeiro. Deverá trabalhar para ti até o ano de remissão,
41 e sairá na remissão, e os seus filhos com ele, indo para a sua família; deverá apressar-se de volta ao seu patrimônio.
42 Porquanto são meus servos, os quais tirei da terra do Egito; tais pessoas não deverão ser vendidas como um servo comum[6].
43 Não o oprimirás com trabalho, mas temerás o Senhor, teu Deus.
44 Seja qual for o número de homens e mulheres que adquirires[7], das nações que estão ao redor de ti, deles comprarás servos e servas.
45 Dos filhos dos estrangeiros que estão entre vós, destes devereis comprar, e de seus relacionados, todos os que acontecerem de estar em vossas terras. Que estes sejam uma possessão para vós.
46 Distribui-los-eis aos vossos filhos depois de vós, e eles serão para vós bens permanentes, para sempre. Entretanto, a respeito de vossos irmãos, os filhos de Israel, ninguém deverá oprimir o seu irmão com trabalho.
47 Se um estrangeiro ou peregrino no meio de ti enriquecer, e teu irmão que estiver em dificuldade vier a ser vendido para o estrangeiro ou para o peregrino que está contigo, ou para alguém da linhagem de um prosélito,
48 depois que for vendido para o estrangeiro ainda haverá resgate para ele. Um de seus irmãos deverá resgatá-lo.
49 Um irmão de seu pai, ou um filho do irmão de seu pai, deverá resgatá-lo; ou um de seus parentes próximos, de sua tribo, o redimirá. E se ele vier a ser rico e se redimir a si mesmo,
50 então deverá ele calcular com o seu comprador desde o ano em que se vendeu a ele até o ano da remissão, e o dinheiro da sua compra irá ser como o de um jornaleiro, o qual deveria ter estado com ele de ano para ano.
51 Se a alguém ainda faltar um grande número de anos, de acordo com esses ele pagará o seu resgate, de acordo com o dinheiro com que foi comprado;
52 e se tão somente um pouco de tempo ainda restar para o ano da remissão, então ele deverá contar-lhe de acordo com os tais anos, e pagará o seu resgate.
53 Como um jornaleiro estará com ele, de ano para ano. E não será oprimido com trabalho, diante de ti.
54 Contudo, se ele não pagar o seu resgate dessa forma deverá sair no ano de sua remissão, e os seus filhos com ele.
55 Porque os filhos de Israel são meus servos; são meus serviçais, os quais eu tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
[1] nem colherás as uvas da tua vinha não podada
[2] nem colhereis nele as uvas da vinha não podada
[3] poderá remi-la dentro dum ano inteiro depois que a casa se vendeu
[4] no ano do jubileu
[5] e as suas mãos se enfraquecerem junto a ti
[6] como escravos
[7] Quanto aos escravos, e às escravas que tiveres
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando tiverdes entrado na terra que vos dou, então, a terra, a qual eu vos dou, deverá descansar nos seus sábados ao Senhor.
3 Seis anos semearás o teu campo, seis anos podarás a tua videira e recolherás os seus frutos.
4 Porém, no sétimo ano haverá um sábado, um descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor. Nele não semearás o teu campo, e não podarás a tua videira;
5 não segarás o produto espontâneo do teu campo e não recolherás integralmente as uvas que houveres dedicado[1]. Deverá, este, ser um ano de descanso solene para a terra.
6 Nos sábados da terra haverá comida para ti, para o teu servo e para a tua serva, para o teu jornaleiro e para o estrangeiro que habita no meio de ti;
7 ao teu gado e às bestas selvagens que estão na tua terra deverão todos os seus frutos servirem para alimento.
8 Contarás para ti sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, os quais serão para ti sete semanas de anos, quarenta e nove anos.
9 No sétimo mês, no décimo dia do mês, anunciareis com o som de uma trombeta, em toda a vossa terra; no dia da expiação fareis um anúncio com a trombeta em toda a vossa terra.
10 Vós santificareis o ano, o quinquagésimo ano, anunciando uma remissão sobre a terra para todos os que nela habitam; será esse um ano de remissão, um jubileu para vós. Cada um deverá retirar-se para a sua possessão; e voltareis, cada um, à sua própria família.
11 Este será um jubileu de remissão. Será este, para vós, o quinquagésimo ano. Vós não semeareis nem ceifareis o produto que vem de si mesmo da terra, nem recolhereis os seus frutos dedicados[2],
12 porquanto é um jubileu de remissão, o qual deverá ser sagrado para vós. E comereis os seus frutos diretamente dos campos.
13 No ano da remissão deste jubileu deverá voltar, cada um, à sua possessão.
14 Se venderes um bem ao teu próximo, ou se comprares algo dele, que nenhum homem oprima ao seu próximo:
15 de acordo com o número de anos decorridos após o jubileu deverás comprar de teu próximo, e de acordo com o número de anos das messes ele deverá vender para ti.
16 Conforme possa haver um maior número de anos ele deverá aumentar o valor de sua posse, e conforme possa haver um menor número de anos deverá diminuir o valor dela; pois de acordo com o número de suas messes, assim ele deverá vender para ti.
17 Que nenhum homem oprima ao seu próximo. E temerás ao Senhor, teu Deus. Eu sou o Senhor, teu Deus.
18 Guardareis todas as minhas ordenanças e todos os meus juízos, observá-los-eis e os mantereis, e habitareis em segurança na terra.
19 Então a terra dará o seu fruto e comereis a fartar, e habitareis em segurança na mesma.
20 Todavia, se vós disserdes: Que comeremos no sétimo ano, uma vez que não iremos semear nem ajuntaremos nossos frutos?
21 Eu vos enviarei a minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá os seus frutos bastante para três anos.
22 Semeareis no oitavo ano, e comereis dos frutos antigos até o nono ano; até que seus frutos venham havereis de comer os frutos antigos, do ano anterior.
23 A terra não deverá ser vendida permanentemente, pois ela me pertence; porquanto sois estrangeiros e peregrinos diante de mim.
24 Em todas as terras de vossa possessão devereis permitir resgates para a terra.
25 Se teu irmão que está no meio de ti vier a empobrecer, havendo ele vendido parte de sua possessão, e seu parente que lhe está próximo vier, deverá este, então, resgatar a possessão que seu irmão vendeu.
26 Porém, se não tiver parente próximo, entretanto prosperar com a sua própria mão, conseguindo dinheiro suficiente para o seu resgate,
27 então ele deverá calcular desde o ano da sua venda e dará o que é devido ao homem a quem vendeu; e deverá retornar à sua possessão.
28 Entretanto, se a sua mão não prosperou o suficiente de modo que possa lhe restaurar o dinheiro, então aquele que comprou os bens deverá mantê-los até o sexto ano da remissão; e sairá na remissão. E o proprietário retornará à sua possessão.
29 Se alguém vender uma casa habitada, a qual se encontra em uma cidade murada, então poderá haver o resgate da mesma até que o seu tempo seja cumprido[3]; e o seu tempo de resgate deverá ser de um ano completo.
30 Porém, não tendo sido resgatada até haver cumprido seu tempo de um ano completo, a casa que está na cidade murada, certamente, será confirmada àquele que a comprou pelas suas gerações, e não deverá sair do seu poder na remissão[4].
31 Mas as casas das aldeias que não têm muro ao redor deverão ser consideradas como os campos da terra. Elas serão sempre redimíveis, e deverão ser devolvidas na remissão.
32 Contudo, com respeito às cidades dos levitas, as casas das cidades na sua possessão serão sempre redimíveis aos levitas.
33 Se qualquer um vier a adquirir uma casa de levitas, então a venda das casas de sua possessão sairá de seu poder na remissão; pois as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel,
34 e as terras separadas para as suas cidades não serão vendidas, porquanto isto lhes é possessão perpétua.
35 Se teu irmão que está contigo tornar-se pobre, não tendo recursos[5], tu o ajudarás como a um estrangeiro e peregrino, e teu irmão viverá contigo.
36 Não receberás dele juros nem ganho, mas terás temor do teu Deus. Eu sou o Senhor. E teu irmão viverá contigo.
37 Não lhe emprestarás dinheiro a juros, nem emprestarás dos teus víveres a ele para ser devolvido com juros.
38 Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito para dar-vos a terra de Canaã e para ser o vosso Deus.
39 Se teu irmão, que está no meio de ti, empobrecer-se e vier a ser vendido para ti, ele não deverá servir-te com a servidão de um escravo.
40 Estará contigo como um jornaleiro ou estrangeiro. Deverá trabalhar para ti até o ano de remissão,
41 e sairá na remissão, e os seus filhos com ele, indo para a sua família; deverá apressar-se de volta ao seu patrimônio.
42 Porquanto são meus servos, os quais tirei da terra do Egito; tais pessoas não deverão ser vendidas como um servo comum[6].
43 Não o oprimirás com trabalho, mas temerás o Senhor, teu Deus.
44 Seja qual for o número de homens e mulheres que adquirires[7], das nações que estão ao redor de ti, deles comprarás servos e servas.
45 Dos filhos dos estrangeiros que estão entre vós, destes devereis comprar, e de seus relacionados, todos os que acontecerem de estar em vossas terras. Que estes sejam uma possessão para vós.
46 Distribui-los-eis aos vossos filhos depois de vós, e eles serão para vós bens permanentes, para sempre. Entretanto, a respeito de vossos irmãos, os filhos de Israel, ninguém deverá oprimir o seu irmão com trabalho.
47 Se um estrangeiro ou peregrino no meio de ti enriquecer, e teu irmão que estiver em dificuldade vier a ser vendido para o estrangeiro ou para o peregrino que está contigo, ou para alguém da linhagem de um prosélito,
48 depois que for vendido para o estrangeiro ainda haverá resgate para ele. Um de seus irmãos deverá resgatá-lo.
49 Um irmão de seu pai, ou um filho do irmão de seu pai, deverá resgatá-lo; ou um de seus parentes próximos, de sua tribo, o redimirá. E se ele vier a ser rico e se redimir a si mesmo,
50 então deverá ele calcular com o seu comprador desde o ano em que se vendeu a ele até o ano da remissão, e o dinheiro da sua compra irá ser como o de um jornaleiro, o qual deveria ter estado com ele de ano para ano.
51 Se a alguém ainda faltar um grande número de anos, de acordo com esses ele pagará o seu resgate, de acordo com o dinheiro com que foi comprado;
52 e se tão somente um pouco de tempo ainda restar para o ano da remissão, então ele deverá contar-lhe de acordo com os tais anos, e pagará o seu resgate.
53 Como um jornaleiro estará com ele, de ano para ano. E não será oprimido com trabalho, diante de ti.
54 Contudo, se ele não pagar o seu resgate dessa forma deverá sair no ano de sua remissão, e os seus filhos com ele.
55 Porque os filhos de Israel são meus servos; são meus serviçais, os quais eu tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
[1] nem colherás as uvas da tua vinha não podada
[2] nem colhereis nele as uvas da vinha não podada
[3] poderá remi-la dentro dum ano inteiro depois que a casa se vendeu
[4] no ano do jubileu
[5] e as suas mãos se enfraquecerem junto a ti
[6] como escravos
[7] Quanto aos escravos, e às escravas que tiveres
Septuaginta - Levítico - Capítulo 24
1 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
2 Ordena aos filhos de Israel, e que
eles te tragam azeite de oliva puro batido, para a luz, a fim de queimar-se uma
lâmpada, continuamente.
3 Fora do véu do tabernáculo do Testemunho Arão e seus filhos deverão fazê-la queimar, desde a tarde até a manhã, diante do Senhor, continuamente, por estatuto perpétuo nas vossas gerações.
4 Fareis queimar as lâmpadas do candelabro de ouro puro diante do Senhor, até o dia seguinte[1].
5 Tomareis flor de farinha, e fareis dela doze pães. Cada pão será de dois décimos[2].
6 Apresentá-los-eis em duas fileiras, cada fileira com seis pães, sobre a mesa de ouro puro, perante o Senhor.
7 Havereis de colocar em cada fileira incenso puro e sal. Estes vos serão como pães para um memorial estabelecido como oferta queimada, perante o Senhor.
8 No dia de sábado deverão ser colocados diante do Senhor, continuamente, perante os filhos de Israel[3], por aliança perpétua.
9 Serão de Arão e de seus filhos, e comê-los-ão no santo lugar; porquanto esta é a sua porção santíssima das ofertas queimadas feitas ao Senhor, um estatuto perpétuo.
10 E eis que saiu o filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um homem egípcio, dentre os filhos de Israel. E lutaram no campo o filho da mulher israelita e um homem de Israel.
11 O filho da mulher israelita falou[4] o Nome, e o maldisse. Então eles o trouxeram a Moisés. O nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12 E meteram-no em prisão, a fim de julgá-lo de acordo com o comando do Senhor.
13 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
14 Trazei o que amaldiçoou para fora do acampamento, e todos os que o ouviram porão as mãos sobre a sua cabeça; e toda a congregação o apedrejará.
15 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Qualquer que amaldiçoar a Deus levará o seu pecado.
16 Aquele que nomeia[5] o nome do Senhor, que ele morra; que toda a congregação de Israel o apedreje. Estrangeiro ou nativo, seja eliminado por nomear[6] o nome do Senhor.
17 Aquele que ferir a um homem e ele morrer deverá, também, morrer.
18 Aquele que ferir a um animal e ele morrer, por este fará restituição: deverá entregar vida por vida.
19 E todo aquele que causar um defeito em seu próximo, como ele fez ao outro assim será feito para si mesmo, em retribuição:
20 contusão por contusão, olho por olho, dente por dente. Da maneira que qualquer um vier a causar defeito em um homem, assim lhe será feito.
21 Quem matar a um animal por este fará restituição; aquele que ferir um homem e ele vier a morrer, deverá também morrer.
22 Haverá um só julgamento para o estrangeiro e para o nativo, porquanto eu sou o Senhor, vosso Deus.
23 Então Moisés falou aos filhos de Israel, e trouxeram o que tinha blasfemado para fora do acampamento, e o apedrejaram. Fizeram, os filhos de Israel, conforme o Senhor ordenara a Moisés.
[1] continuamente
[2] duas dízimas de uma efa
[3] a favor dos filhos de Israel
[4] blasfemou
[5] que blasfemar
[6] blasfemar
3 Fora do véu do tabernáculo do Testemunho Arão e seus filhos deverão fazê-la queimar, desde a tarde até a manhã, diante do Senhor, continuamente, por estatuto perpétuo nas vossas gerações.
4 Fareis queimar as lâmpadas do candelabro de ouro puro diante do Senhor, até o dia seguinte[1].
5 Tomareis flor de farinha, e fareis dela doze pães. Cada pão será de dois décimos[2].
6 Apresentá-los-eis em duas fileiras, cada fileira com seis pães, sobre a mesa de ouro puro, perante o Senhor.
7 Havereis de colocar em cada fileira incenso puro e sal. Estes vos serão como pães para um memorial estabelecido como oferta queimada, perante o Senhor.
8 No dia de sábado deverão ser colocados diante do Senhor, continuamente, perante os filhos de Israel[3], por aliança perpétua.
9 Serão de Arão e de seus filhos, e comê-los-ão no santo lugar; porquanto esta é a sua porção santíssima das ofertas queimadas feitas ao Senhor, um estatuto perpétuo.
10 E eis que saiu o filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um homem egípcio, dentre os filhos de Israel. E lutaram no campo o filho da mulher israelita e um homem de Israel.
11 O filho da mulher israelita falou[4] o Nome, e o maldisse. Então eles o trouxeram a Moisés. O nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12 E meteram-no em prisão, a fim de julgá-lo de acordo com o comando do Senhor.
13 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
14 Trazei o que amaldiçoou para fora do acampamento, e todos os que o ouviram porão as mãos sobre a sua cabeça; e toda a congregação o apedrejará.
15 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Qualquer que amaldiçoar a Deus levará o seu pecado.
16 Aquele que nomeia[5] o nome do Senhor, que ele morra; que toda a congregação de Israel o apedreje. Estrangeiro ou nativo, seja eliminado por nomear[6] o nome do Senhor.
17 Aquele que ferir a um homem e ele morrer deverá, também, morrer.
18 Aquele que ferir a um animal e ele morrer, por este fará restituição: deverá entregar vida por vida.
19 E todo aquele que causar um defeito em seu próximo, como ele fez ao outro assim será feito para si mesmo, em retribuição:
20 contusão por contusão, olho por olho, dente por dente. Da maneira que qualquer um vier a causar defeito em um homem, assim lhe será feito.
21 Quem matar a um animal por este fará restituição; aquele que ferir um homem e ele vier a morrer, deverá também morrer.
22 Haverá um só julgamento para o estrangeiro e para o nativo, porquanto eu sou o Senhor, vosso Deus.
23 Então Moisés falou aos filhos de Israel, e trouxeram o que tinha blasfemado para fora do acampamento, e o apedrejaram. Fizeram, os filhos de Israel, conforme o Senhor ordenara a Moisés.
[1] continuamente
[2] duas dízimas de uma efa
[3] a favor dos filhos de Israel
[4] blasfemou
[5] que blasfemar
[6] blasfemar
Septuaginta - Levítico - Capítulo 23
1 O Senhor falou a Moisés, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, as quais havereis de chamar convocações santas, estas são as minhas festas fixas.
3 Seis dias farás as tuas obras, mas no sétimo dia é o sábado, um descanso solene, uma santa convocação ao Senhor. Não farás nele trabalho algum, é o sábado do Senhor em todas as tuas habitações.
4 E estas são as solenidades fixas do Senhor, as santas convocações que havereis de convocar em suas estações:
5 No primeiro mês, no décimo quarto dia do mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor,
6 e aos quinze dias deste mês é a Festa dos Pães Ázimos do Senhor; sete dias comereis pães ázimos.
7 No primeiro dia deverá haver uma santa convocação para vós. Não fareis nele nenhum trabalho servil.
8 Havereis de oferecer holocaustos ao Senhor por sete dias, e ao sétimo dia haverá uma santa convocação para vós; não fareis nele nenhum trabalho servil.
9 Disse mais o Senhor a Moisés:
10 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra que eu vos dou e colherdes os frutos dela, então trareis um molho, os primeiros frutos de sua colheita, para o sacerdote,
11 o qual erguerá o molho perante o Senhor, a fim de que seja aceito por vós. No dia depois do sábado[1] o sacerdote deverá erguê-lo.
12 Havereis de oferecer, no dia em que trouxerdes o molho, um cordeiro sem defeito, de um ano de idade, por holocausto ao Senhor,
13 e a sua oferta de manjares[2]: duas décimas porções[3] de flor de farinha misturada com azeite. É um sacrifício ao Senhor, um aroma agradável ao Senhor. E a sua oferta de bebida, que será a quarta parte de um him de vinho.
14 Não comereis o pão, ou o cereal novo tostado, nem espigas verdes, até este mesmo dia, até que ofereçais sacrifícios ao vosso Deus. É um estatuto perpétuo nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
15 Contareis para vós mesmos, a partir do dia seguinte ao sábado, desde o dia em que haveis de oferecer o molho da oferta alçada, sete semanas inteiras;
16 até o dia seguinte após a última semana devereis contar cinquenta dias, e trareis uma nova oferta de manjares ao Senhor.
17 Trareis pães, de vossas habitações, como oferta alçada: dois pães, os quais serão de duas porções de uma décima parte[4] de flor de farinha. Deverão eles ser cozidos com fermento, trazidos dos primeiros frutos para o Senhor.
18 E trareis, com os pães, sete cordeiros sem defeito de um ano de idade, um novilho do rebanho e dois carneiros sem defeito. Serão eles para um holocausto ao Senhor. As suas ofertas de manjares e as suas libações deverão ser um sacrifício, um aroma agradável ao Senhor.
19 Também sacrificareis um bode para uma oferta pelo pecado, e dois cordeiros de um ano de idade para uma oferta pacífica, com os pães das primícias.
20 O sacerdote deverá apresentá-los junto com os pães das primícias, como uma oferta movida diante do Senhor, com os dois cordeiros; eles serão consagrados ao Senhor; pois eles pertencerão ao sacerdote que os apresenta.
21 E fareis, no mesmo dia, uma convocação. Será ele santo para vós, não fareis nele nenhum trabalho servil. Esta é uma ordenança perpétua nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
22 Quando fizerdes a colheita da vossa terra não ireis colher o restante dos cantos do vosso campo, quando o ceifardes, e não recolhereis o que cair do que estiverdes colhendo; vós o deixareis para os pobres e os estrangeiros. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
23 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
24 Fala aos filhos de Israel, e diz-lhes: No sétimo mês, no primeiro dia do mês, tereis um descanso, um memorial com trombetas. Será ele para vós uma santa convocação.
25 Não fareis nele nenhum trabalho servil, e havereis de oferecer um holocausto ao Senhor.
26 Disse mais o Senhor a Moisés:
27 Também, no dia dez deste sétimo mês é o dia da Expiação, e deverá ser uma santa convocação para vós. Humilhareis as vossas almas e oferecereis um holocausto ao Senhor.
28 Não fareis nenhum trabalho[5] nesse mesmo dia. É, esse, um dia de expiação para vós, a fim de fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Toda alma que não se humilhar nesse dia será extirpada do seu povo,
30 e toda alma que trabalhar[6] nesse dia, aquela alma será eliminada[7] do meio do seu povo.
31 Não fareis nele nenhum tipo de trabalho. É um estatuto perpétuo nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
32 Será um sábado santo para vós, e humilhareis as vossas almas a partir do nono dia do mês. De entardecer a entardecer guardareis os vossos sábados.
33 Disse mais o Senhor a Moisés:
34 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Aos quinze dias deste sétimo mês haverá a Festa dos Tabernáculos, por sete dias, para o Senhor.
35 No primeiro dia deverá haver uma santa convocação; não fareis nele nenhum trabalho servil.
36 Por sete dias oferecereis holocaustos ao Senhor, e no dia oitavo deverá haver uma santa convocação para vós. E oferecereis holocaustos ao Senhor. É esse um tempo de descanso[8], não fareis nele nenhum trabalho servil.
37 Estas são as solenidades fixas do Senhor, que havereis de chamar santas convocações, para oferecerdes ofertas queimadas ao Senhor; os holocaustos e as suas ofertas de manjares, e também as suas libações. A de cada dia em seu próprio dia,
38 além dos sábados do Senhor e das vossas ofertas, além de todos os vossos votos e de vossas ofertas espontâneas, as quais haveis de dar ao Senhor.
39 Portanto, aos quinze dias deste mês sétimo, quando tiverdes completamente recolhido os frutos da terra, devereis celebrar uma festa ao Senhor por sete dias. No primeiro dia haverá um descanso solene, e no oitavo dia, igualmente, um descanso solene.
40 No primeiro dia devereis apanhar frutos de árvores de boa aparência, folhas de palmeiras, ramos de árvores espessas e de salgueiros, e ramos de vimes do riacho, para alegrar-vos perante o Senhor vosso Deus, por sete dias no ano.
41 Celebrareis esta como uma festa a Jeová por sete dias no ano: é este um estatuto perpétuo nas vossas gerações, a cada ano. No sétimo mês devereis cumpri-lo.
42 Sete dias havereis de habitar em tendas de ramos. Todos os nativos em Israel habitarão em tendas de ramos,
43 a fim de que a vossa posteridade possa saber que eu fiz com que os filhos de Israel habitassem em tendas de ramos quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
44 E relatou Moisés as solenidades fixas do Senhor aos filhos de Israel.
[1] No dia seguinte ao primeiro dia
[2] a sua oferta de cereais
[3] duas dízimas de uma efa
[4] de duas dízimas de uma efa
[5] Não fareis obra alguma servil
[6] que se não afligir
[7] destruirei
[8] é uma assembléia solene
2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, as quais havereis de chamar convocações santas, estas são as minhas festas fixas.
3 Seis dias farás as tuas obras, mas no sétimo dia é o sábado, um descanso solene, uma santa convocação ao Senhor. Não farás nele trabalho algum, é o sábado do Senhor em todas as tuas habitações.
4 E estas são as solenidades fixas do Senhor, as santas convocações que havereis de convocar em suas estações:
5 No primeiro mês, no décimo quarto dia do mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor,
6 e aos quinze dias deste mês é a Festa dos Pães Ázimos do Senhor; sete dias comereis pães ázimos.
7 No primeiro dia deverá haver uma santa convocação para vós. Não fareis nele nenhum trabalho servil.
8 Havereis de oferecer holocaustos ao Senhor por sete dias, e ao sétimo dia haverá uma santa convocação para vós; não fareis nele nenhum trabalho servil.
9 Disse mais o Senhor a Moisés:
10 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra que eu vos dou e colherdes os frutos dela, então trareis um molho, os primeiros frutos de sua colheita, para o sacerdote,
11 o qual erguerá o molho perante o Senhor, a fim de que seja aceito por vós. No dia depois do sábado[1] o sacerdote deverá erguê-lo.
12 Havereis de oferecer, no dia em que trouxerdes o molho, um cordeiro sem defeito, de um ano de idade, por holocausto ao Senhor,
13 e a sua oferta de manjares[2]: duas décimas porções[3] de flor de farinha misturada com azeite. É um sacrifício ao Senhor, um aroma agradável ao Senhor. E a sua oferta de bebida, que será a quarta parte de um him de vinho.
14 Não comereis o pão, ou o cereal novo tostado, nem espigas verdes, até este mesmo dia, até que ofereçais sacrifícios ao vosso Deus. É um estatuto perpétuo nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
15 Contareis para vós mesmos, a partir do dia seguinte ao sábado, desde o dia em que haveis de oferecer o molho da oferta alçada, sete semanas inteiras;
16 até o dia seguinte após a última semana devereis contar cinquenta dias, e trareis uma nova oferta de manjares ao Senhor.
17 Trareis pães, de vossas habitações, como oferta alçada: dois pães, os quais serão de duas porções de uma décima parte[4] de flor de farinha. Deverão eles ser cozidos com fermento, trazidos dos primeiros frutos para o Senhor.
18 E trareis, com os pães, sete cordeiros sem defeito de um ano de idade, um novilho do rebanho e dois carneiros sem defeito. Serão eles para um holocausto ao Senhor. As suas ofertas de manjares e as suas libações deverão ser um sacrifício, um aroma agradável ao Senhor.
19 Também sacrificareis um bode para uma oferta pelo pecado, e dois cordeiros de um ano de idade para uma oferta pacífica, com os pães das primícias.
20 O sacerdote deverá apresentá-los junto com os pães das primícias, como uma oferta movida diante do Senhor, com os dois cordeiros; eles serão consagrados ao Senhor; pois eles pertencerão ao sacerdote que os apresenta.
21 E fareis, no mesmo dia, uma convocação. Será ele santo para vós, não fareis nele nenhum trabalho servil. Esta é uma ordenança perpétua nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
22 Quando fizerdes a colheita da vossa terra não ireis colher o restante dos cantos do vosso campo, quando o ceifardes, e não recolhereis o que cair do que estiverdes colhendo; vós o deixareis para os pobres e os estrangeiros. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
23 E o Senhor falou a Moisés, dizendo:
24 Fala aos filhos de Israel, e diz-lhes: No sétimo mês, no primeiro dia do mês, tereis um descanso, um memorial com trombetas. Será ele para vós uma santa convocação.
25 Não fareis nele nenhum trabalho servil, e havereis de oferecer um holocausto ao Senhor.
26 Disse mais o Senhor a Moisés:
27 Também, no dia dez deste sétimo mês é o dia da Expiação, e deverá ser uma santa convocação para vós. Humilhareis as vossas almas e oferecereis um holocausto ao Senhor.
28 Não fareis nenhum trabalho[5] nesse mesmo dia. É, esse, um dia de expiação para vós, a fim de fazer expiação por vós perante o Senhor vosso Deus.
29 Toda alma que não se humilhar nesse dia será extirpada do seu povo,
30 e toda alma que trabalhar[6] nesse dia, aquela alma será eliminada[7] do meio do seu povo.
31 Não fareis nele nenhum tipo de trabalho. É um estatuto perpétuo nas vossas gerações, em todas as vossas habitações.
32 Será um sábado santo para vós, e humilhareis as vossas almas a partir do nono dia do mês. De entardecer a entardecer guardareis os vossos sábados.
33 Disse mais o Senhor a Moisés:
34 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Aos quinze dias deste sétimo mês haverá a Festa dos Tabernáculos, por sete dias, para o Senhor.
35 No primeiro dia deverá haver uma santa convocação; não fareis nele nenhum trabalho servil.
36 Por sete dias oferecereis holocaustos ao Senhor, e no dia oitavo deverá haver uma santa convocação para vós. E oferecereis holocaustos ao Senhor. É esse um tempo de descanso[8], não fareis nele nenhum trabalho servil.
37 Estas são as solenidades fixas do Senhor, que havereis de chamar santas convocações, para oferecerdes ofertas queimadas ao Senhor; os holocaustos e as suas ofertas de manjares, e também as suas libações. A de cada dia em seu próprio dia,
38 além dos sábados do Senhor e das vossas ofertas, além de todos os vossos votos e de vossas ofertas espontâneas, as quais haveis de dar ao Senhor.
39 Portanto, aos quinze dias deste mês sétimo, quando tiverdes completamente recolhido os frutos da terra, devereis celebrar uma festa ao Senhor por sete dias. No primeiro dia haverá um descanso solene, e no oitavo dia, igualmente, um descanso solene.
40 No primeiro dia devereis apanhar frutos de árvores de boa aparência, folhas de palmeiras, ramos de árvores espessas e de salgueiros, e ramos de vimes do riacho, para alegrar-vos perante o Senhor vosso Deus, por sete dias no ano.
41 Celebrareis esta como uma festa a Jeová por sete dias no ano: é este um estatuto perpétuo nas vossas gerações, a cada ano. No sétimo mês devereis cumpri-lo.
42 Sete dias havereis de habitar em tendas de ramos. Todos os nativos em Israel habitarão em tendas de ramos,
43 a fim de que a vossa posteridade possa saber que eu fiz com que os filhos de Israel habitassem em tendas de ramos quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
44 E relatou Moisés as solenidades fixas do Senhor aos filhos de Israel.
[1] No dia seguinte ao primeiro dia
[2] a sua oferta de cereais
[3] duas dízimas de uma efa
[4] de duas dízimas de uma efa
[5] Não fareis obra alguma servil
[6] que se não afligir
[7] destruirei
[8] é uma assembléia solene
Assinar:
Postagens (Atom)