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terça-feira, 17 de julho de 2012

Septuaginta - Gênesis - Capítulo 21

1 O Senhor visitou Sara, conforme dissera. E o Senhor fez para Sara como ele lhe falara.

2 Ela concebeu e deu à luz um filho para Abraão na sua velhice, no tempo determinado, conforme o Senhor falara com ele.

3 Abraão chamou o nome de seu filho que lhe nascera, o qual Sara lhe dera, Isaque.

4 Abraão circuncidou Isaque ao oitavo dia, conforme Deus lhe ordenara.

5 Era Abraão de cem anos de idade quando Isaque, seu filho, nasceu.

6 Então, Sara disse: O Senhor tem concedido a mim motivo de riso, porquanto aqueles que ouvirem isto alegrar-se-ão comigo.

7 E ela disse: Quem dirá a Abraão que Sara amamenta uma criança? Pois eis que eu tive um filho na minha velhice.

8 O menino cresceu e foi desmamado, e Abraão fez um grande banquete no dia em que seu filho Isaque foi desmamado.

9 Sara avistou o filho de Hagar, a egípcia, o qual nascera para Abraão, fazendo zombarias com seu filho Isaque;

10 e, logo em seguida, ela disse para Abraão: Expulsa esta escrava e seu filho, pois o filho dessa escrava não herdará com meu filho Isaque.

11 Contudo, essa palavra a respeito de seu filho parecia muito difícil para Abraão.

12 E Deus disse a Abraão: Não seja isto difícil diante de ti em relação à criança e em relação à escrava; todavia, em todas as coisas que Sara te disser ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência.

13 E, além do mais, irei fazer do filho desta serva uma grande nação; porquanto ele é a tua semente.

14 Abraão se levantou pela manhã, tomou pão e um odre de água e os deu a Hagar; e colocou também a criança em seu ombro, despedindo-a. Ela, tendo partido, vagou no deserto, próximo ao poço do Juramento.

15 Entretanto, a água vazou para fora do odre. Então ela deitou o menino debaixo de uma árvore de abeto,

16 e afastou-se, assentando-se diante dele, à uma certa distância, tal como a de um tiro de arco; pois que dissera: Certamente não poderei contemplar a morte de meu filho. Ela se assentou em frente a ele, e a criança gritou e chorou.

17 Deus ouviu a voz da criança, vinda do lugar onde ela estava; então um anjo de Deus chamou Hagar, do céu, e disse-lhe: Que tens, Hagar? Não temas, porque Deus ouviu a voz da criança, vinda do lugar onde está.

18 Levanta-te, toma o menino, e pega-o na tua mão, porque farei dele uma grande nação.

19 Deus abriu-lhe os olhos, e ela viu uma fonte a jorrar água. Correu e encheu o odre com água, e deu de beber ao seu filho.

20 Deus estava com o menino, e ele cresceu e habitou no deserto, tornando-se um arqueiro.

21 Habitou ele no deserto de Parã, e a sua mãe tomou-lhe uma mulher da terra do Egito.

22 aconteceu, naquele tempo, que Abimeleque e Ocozate, seu amigo, e Ficol, o comandante do seu exército, falaram a Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo, em qualquer coisa que vieres a fazer.

23 Agora, pois, jura-me por Deus que não irás ferir-me nem à minha semente, nem ao meu nome; entretanto, de acordo com a justiça a qual eu te demonstrei, assim deverás agir para comigo e para com a terra na qual tens peregrinado.

24 Disse Abraão: Eu juro.

25 E Abraão repreendeu a Abimeleque por causa dos poços de água que os servos desse lhe haviam tomado.

26 Mas Abimeleque lhe disse: Não sei quem fez essa coisa; nem tu me havias contado nem eu tinha ouvido nada a respeito disso, até o dia de hoje.

27 Então, Abraão tomou ovelhas e bezerros e os deu a Abimeleque; e ambos fizeram um pacto.

28 Abraão separou sete cordeiras, pondo-as à parte.

29 E Abimeleque disse a Abraão: Para o que são estas sete cordeiras que puseste separadas?

30 Abraão respondeu-lhe: Receberás de mim as sete cordeiras, a fim de que elas sejam como um testemunho de que eu cavei este poço.

31 Portanto, ele chamou o nome daquele lugar o poço do Juramento; pois, ali, os dois juraram.

32 E assim fizeram um pacto, junto ao poço do Juramento. Então levantou-se Abimeleque, Ocozate, seu amigo, e Ficol, o comandante-em-chefe do seu exército, e voltaram para a terra dos filisteus.

33 Abraão plantou um bosque junto ao poço do Juramento, e invocou, ali, o nome do Senhor, o Deus eterno.

34 E Abraão peregrinou na terra dos filisteus, por muitos dias.


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